“A boca que tudo come tem fome” dá mais um passo na investigação poética e política sobre a temática, repetindo...
O espetáculo agrada o público. Óbvio. Estamos a falar de Tim Maia. Mas não encontramos – infelizmente – repercussão cênica na montagem.
Montagem do Grupo Galpão aposta na leveza e na comicidade para atravessar a obra de Saramago e transforma a dor em experiência palatável.
um espetáculo, mas um modo de existir na arte: coletivo, familiar, profundamente enraizado na pedagogia brincante.
Estamos, ainda, vendo uma fisicalidade ao extremo ~ e como é incrível acompanhar uma performer indo às últimas potências, com o suor em seu corpo sinalizando...