um espetáculo, mas um modo de existir na arte: coletivo, familiar, profundamente enraizado na pedagogia brincante.
Estamos, ainda, vendo uma fisicalidade ao extremo ~ e como é incrível acompanhar uma performer indo às últimas potências, com o suor em seu corpo sinalizando...
Nessa linha de pensamento, lembrei de Amir Haddad (mestre e amigo) sobre a necessidade de carnavalizarmos o Teatro. A lição de Amir propõe para o palco...
Curitiba se despede de sua rainha — e guarda, em cada gesto de reinvenção, um pouco de sua cor e poesia.
“Humanismo Selvagem” e “Agropeça”: como exorcizar a branquitude?