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Corapinhão estreia no Eu Amo Curitiba com histórias de quem escolheu plantar suas raízes na cidade

Nova série apresenta personagens, bairros, lugares e músicas que ajudam a contar a identidade de Curitiba.

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Por Mariana Martins – Eu Amo Curitiba

Nova série apresenta personagens, bairros, lugares e músicas que ajudam a contar a identidade de Curitiba. Primeiro episódio traz a história de Isabelle Alves Vidal e sua filha Aurora.

Curitiba é feita de muitas histórias. Histórias de quem nasceu aqui, de quem chegou de outros lugares, de quem construiu sua família, encontrou seu caminho profissional e escolheu a cidade para plantar suas raízes. É a partir desse olhar que nasce Corapinhão — Plantei minha semente em Curitiba, nova série de conteúdos do perfil Eu Amo Curitiba e Jornal A Cena.

A proposta é apresentar personagens reais, suas trajetórias e a relação afetiva com os bairros e lugares que fazem parte de suas vidas. Cada episódio terá como protagonistas uma pessoa, um bairro, um local especial e uma música de um artista curitibano, compondo um retrato plural e afetivo da cidade.

A estreia acontece em 31 de outubro, Dia Nacional do Saci, data dedicada à valorização do folclore e da cultura popular brasileira. E não poderia haver momento mais simbólico para iniciar uma série que também busca valorizar nossas raízes, identidades e manifestações culturais.

Isabelle e Aurora: histórias que florescem no CIC

O primeiro episódio apresenta Isabelle Alves Vidal, trancista, e sua filha Aurora Schneider Vidal. Mãe e filha são retratadas na Praça Sabará, ao lado da Escola Mansur Guérios, onde Aurora estuda e que faz parte de sua rotina.

Por meio da história de Isabelle, o episódio abre espaço para falar sobre maternidade, identidade, ancestralidade e a importância do trabalho de valorização da cultura afro e da cultura hip-hop em Curitiba.

As tranças, além de expressão estética e profissional, carregam uma história cultural que atravessa gerações. Nesse contexto, o trabalho de Isabelle representa também uma contribuição para a preservação e a valorização de referências culturais afro-brasileiras na capital paranaense.

A maternidade acrescenta outra dimensão a essa trajetória: a construção de memórias, o compartilhamento de experiências e o desejo de cultivar referências e valores que acompanhem as novas gerações.

A relação entre mãe e filha, registrada em um espaço cotidiano do bairro, traduz justamente a essência da série: mostrar que os lugares mais significativos de uma cidade nem sempre são os mais conhecidos ou turísticos. Muitas vezes, são aqueles que guardam nossas histórias mais importantes.

Música, infância e descobertas com Paulo de Nadal

A trilha sonora do primeiro episódio é Poemar, do artista curitibano Paulo de Nadal, que integra o álbum infantil recém lançado Descobrindo o Mundo — BrinCante 2026.

Em seu terceiro ano de realização, o BrinCante apresenta, em 2026, sua primeira edição bilíngue. O projeto nasce do encantamento com o olhar das crianças do primeiro ano, tomando suas descobertas, curiosidades e inquietações como fonte de inspiração para a criação musical.

A proposta parte de uma pergunta que atravessa o universo infantil e também provoca os adultos: como as crianças enxergam o mundo quando começam a descobrir que também podem transformá-lo?

A música é o caminho escolhido para dar sonoridade a essas descobertas. Como destaca a apresentação do projeto, ela tem o poder singular de alcançar lugares que as palavras, sozinhas, nem sempre conseguem tocar.

Com Poemar, a escolha da trilha dialoga com a presença de Aurora no episódio e com a infância como território de imaginação, aprendizado e transformação. A participação da música também reforça um dos compromissos da série: dar visibilidade à produção artística local e aproximar o público dos artistas que fazem parte da cena cultural curitibana.

O álbum BrinCante 2026 já pode ser conhecido e apreciado nas plataformas digitais.

Uma cidade feita de sementes e histórias

Mais do que apresentar personagens, Corapinhão quer revelar os diferentes caminhos que formam Curitiba. São histórias de pertencimento, trabalho, afeto, cultura, memória e transformação.

O nome da série faz referência ao corapinhão, símbolo que une o coração e o pinhão, elementos da identidade visual do Eu Amo Curitiba. A semente representa aquilo que cada pessoa traz consigo e compartilha com a cidade: seus sonhos, conhecimentos, talentos, relações e experiências.

Afinal, uma cidade não é feita apenas de ruas, prédios e cartões-postais. É construída diariamente pelas pessoas que vivem nela.

Corapinhão — Plantei minha semente em Curitiba é um convite para conhecer essas histórias, reconhecer a diversidade que nos forma e descobrir quantas sementes já floresceram por aqui.

Porque Curitiba também é aquilo que cada um de nós deixa nela.

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Ficha técnica

Corapinhão: Plantei minha semente em Curitiba

  • Produção: Pluri Art Produções e Jornal A Cena
  • Captação: Murilo Poli
  • Edição e direção: Mariana Martins
  • Colaboração: CWBlack Produções
  • Realização: Eu Amo Curitiba e Jornal A Cena

Serviço

  • Série: Corapinhão — Plantei minha semente em Curitiba
  • Estreia: 31 de outubro de 2026
  • Episódio 1: Isabelle Alves Vidal e Aurora Schneider Vidal
  • Local: Praça Sabará, ao lado da Escola Mansur Guérios, no CIC.
  • Trilha sonora: Poemar, de Paulo de Nadal
  • Álbum: Descobrindo o Mundo — BrinCante 2026, disponível nas plataformas digitais

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