Em ano de eleição, penso que o espetáculo também nos sinaliza a urgência da reafirmação de um compromisso contra o retrocesso que parece novamente se espalhar...
No fim das contas, “Na quinta dor” não chega a um ponto específico, mesmo após tudo virar agonia e um sofrimento excessivo.
O riso aparece como resistência, e dessa vez também encontramos uma palhaça, sinalizando a presença feminina numa arte predominantemente masculina se pensamos em sua história.
Ao assistir essa bela encenação, querendo ficar ali, me divertindo com o texto rápido, crítico e gostos, talvez a coragem de se fazer teatro em tempos...