As composições musicais, assinadas por muitas mãos, também são pontos altos da peça. Misturam referências pop e melodramáticas que funcionam bastante para brincar, sem perder um...
No fim das contas, “Na quinta dor” não chega a um ponto específico, mesmo após tudo virar agonia e um sofrimento excessivo.
É um dos melhores trabalhos que vi dentro da programação do Festival; certamente um dos maiores acertos do ano passado. A dramaturgia, assinada por Trava, disseca...