O espetáculo agrada o público. Óbvio. Estamos a falar de Tim Maia. Mas não encontramos – infelizmente – repercussão cênica na montagem.
Estamos, ainda, vendo uma fisicalidade ao extremo ~ e como é incrível acompanhar uma performer indo às últimas potências, com o suor em seu corpo sinalizando...
Nessa linha de pensamento, lembrei de Amir Haddad (mestre e amigo) sobre a necessidade de carnavalizarmos o Teatro. A lição de Amir propõe para o palco...
A história da “Medeia nacional”, como mencionada pela personagem jornalista feita por Vicente, foge do imaginário já posto na nossa apreensão da realidade: a de um...
O maximalismo da passagem cênica oferece pontos muito interessantes no transcorrer da apresentação. Não importa o que ocorrerá, mas como ocorrerá? E o que surge não...
A cena final, um monólogo da personagem interpretada por Ricardo Blat, sentada na beira do palco, é duma beleza que me parece que carrega consigo toda...
“Humanismo Selvagem” e “Agropeça”: como exorcizar a branquitude?
Atores não disputam protagonismo. A causa é nobre: fazer do Teatro entidade mobilizadora à percepção e evidência da violência estruturada.
Há também bons e felizes acertos: destacaria a iluminação, o cenário, os figurinos e a própria cenografia, que são extremamente belos de serem vistos nessa história
O espetáculo é um divertimento, só que mais do que isso, é também esse espaço de repensar os afetos, os cuidados e as experiências, mesmo que...