Montagem do Grupo Galpão aposta na leveza e na comicidade para atravessar a obra de Saramago e transforma a dor em experiência palatável.
As apresentações abertas ao público acontecem em Matinhos, Guaratuba e Pontal do Paraná
um espetáculo, mas um modo de existir na arte: coletivo, familiar, profundamente enraizado na pedagogia brincante.
Estamos, ainda, vendo uma fisicalidade ao extremo ~ e como é incrível acompanhar uma performer indo às últimas potências, com o suor em seu corpo sinalizando...
Foto: Luísa Vieira Por Vanessa Ricardo A abertura do 34º Festival de Curitiba foi anunciada com entusiasmo pela produção. Em 2026, a proposta ampliou o acesso:...
Nessa linha de pensamento, lembrei de Amir Haddad (mestre e amigo) sobre a necessidade de carnavalizarmos o Teatro. A lição de Amir propõe para o palco...
A história da “Medeia nacional”, como mencionada pela personagem jornalista feita por Vicente, foge do imaginário já posto na nossa apreensão da realidade: a de um...
Curitiba se despede de sua rainha — e guarda, em cada gesto de reinvenção, um pouco de sua cor e poesia.
O maximalismo da passagem cênica oferece pontos muito interessantes no transcorrer da apresentação. Não importa o que ocorrerá, mas como ocorrerá? E o que surge não...
A cena final, um monólogo da personagem interpretada por Ricardo Blat, sentada na beira do palco, é duma beleza que me parece que carrega consigo toda...