Cia KÀ estreia o curta metragem “Pilar de Fogo”

A Cia KÀ de Teatro apresenta em seu segundo ano de trajetória uma nova produção audiovisual, o curta-metragem “Pilar de Fogo”, inspirado no conto de Ray Bradbury (Autor de “Fahrenheit 451” e “As crônicas das Marcianas”) e sob direção de Caio Frankiu.

Tendo sua estreia com “DOCE (Desilusão)” (2020), de Kelvin Millarch e seguindo com trabalhos como a produção do “KÀ-Ode”, “FEKÀ – Festival KÀ de Teatro Online” e diversos processos virtuais, o grupo teatral (Dirigido por Caio Frankiu e Kelvin Millarch) buscava, de início, trabalhos presenciais, continuar pisando no palco, mas, o contexto refletiu na oportunidade de focar na arte em plataformas digitais, tanto produzindo quanto incentivando outros artistas.

Sinopse:

”Inspirado no conto de Ray Bradbury, o curta nos apresenta a vida, morte e ressurreição de Willian Lantry. O ano é 2260 e a sociedade, sem livros, não possui medos ou mentiras, a utopia está presente em uma sociedade empática e bizarra, o único cérebro da terra que possui histórias de Poe, Bierce e Lovecraft está prestes a ser incinerado”

O Processo:

O gatilho para “Pilar de Fogo” surge na necessidade artística da produção e da expressão humana e, tendo conhecimento de textos de Ray Bradbury, um chamou atenção para produzir o curta, ele foi o conto “Pilar de Fogo” do livro “Prazer em Queimar”. O processo leva a identidade do diretor perante quarentena, buscando uma estética visual e de encenação como a de “Fade-in” (outro trabalho da Cia), onde o expressionismo e a plasticidade tomam conta da cena, não “parece artificial”, é artificial e com propósito de pensar a sociedade como moldada e construída pelo nosso sistema político/econômico.
O processo de criação cênico para o ator que protagoniza a trama, Kelvin Millarch pode ser resumido em: “Passei raiva e desespero, eu achei que era algo simples mas foi algo complexo, muito além do que imaginei”. Para o Diretor é gratificante ver que até o performer não entendeu a produção, assim ele pode refletir. “Espero que a platéia também fique com a pulga atrás da orelha”, palavra do diretor.
 
Ficha Técnica 

Direção e Edição: Caio Frankiu
Performance: Kelvin Millarch
Participação: Daniel Millarch e Caio Frankiu

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