A cena final, um monólogo da personagem interpretada por Ricardo Blat, sentada na beira do palco, é duma beleza que me parece que carrega consigo toda...
“Humanismo Selvagem” e “Agropeça”: como exorcizar a branquitude?
Atores não disputam protagonismo. A causa é nobre: fazer do Teatro entidade mobilizadora à percepção e evidência da violência estruturada.
Há também bons e felizes acertos: destacaria a iluminação, o cenário, os figurinos e a própria cenografia, que são extremamente belos de serem vistos nessa história
O espetáculo é um divertimento, só que mais do que isso, é também esse espaço de repensar os afetos, os cuidados e as experiências, mesmo que...
No espetáculo, assuntos profundos são lançados sem tempo de reflexão à plateia. Cortes secos e intensos de questionamentos e flashes de explicações. Fruto da necessidade de...
Entre memória pessoal e história política, Édouard Louis revisita a relação com o pai em um relato duro sobre violência, classe e afeto, em cena dirigida...
Num tempo em que o familiar está em disputa (francamente, sempre esteve), é um assombro e deleite ver como ela, a família, é insparador de boas...
A peça em si é cheia de acertos, de ótimas escolhas. E a opção pela simplicidade, como saída estratégica pra manter a ambiência é sublime de...
O espetáculo é um convite para a beleza que há no tentar. Afinal viver pode ser descrito como só isso: tentar. Sem saber se haverá sucesso...